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PorThe Sage

No Japão mítico você é um poderoso daimyo se unindo a Kamis e Onis para que seu clan esteja à frente do império.

Em Rising Sun, Kamis e Onis, Deuses e demônios orientais, invadem a terra para moldá-la a seu gosto.

Alianças são formadas e quebradas, honra colocada em jogo, apoio de poderosos Kami disputados.

Tudo no jogo ocorre através de leilões, blefes, alianças e traições.

Rising Sun é considerado por muitos um sucessor de “Blood Rage”, mas é um jogo totalmente diferente, focando nessas interações e não no combate.

Uma coisa têm em comum: algumas das mais belas e detalhadas miniaturas já criadas e uma produção tremendamente bem elaborada.

Rising sun foi lançado primeiramente através de financiamento coletivo com expansões e muitos exclusivos.

No Brasil, a produção da Galápagos jogos é idêntica à versão comercial internacional.

E agora chegam ao Brasil as primeiras expansões desse grande sucesso: “Liberação dos Kami” e “invasão da dinastia”.

Liberação dos Kami traz estes seres, antes representados como entidades fora do alcance mortal, direto para a guerra.

Novos poderes e táticas interessantes enriquecem grandemente o jogo, sendo uma expansão indispensável aos fãs do base.

Já Invasão da Dinastia traz dois clans completos permitindo um sexto jogador e uma maior variedade de táticas e interações.

Recomendado para 3-5 damyos (6 com a expansão) a partir dos 14 anos, Rising sun é um jogo complexo, ideal para quem já tenha experiência.

Rising sun e suas expansões já se encontram disponiveis no ClubeNerd!

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PorThe Sage

Rumores de uma nova guerra do crepúsculo ecoam pela galáxia.

O trono vazio de Mecatol Rex pede um governante há milhares de anos.

As grandes raças finalmente se recuperaram da guerra anterior, conflito que jogou a galáxia numa era negra.

Então cada uma, com sua motivação própria, se dirige para o centro da galáxia.

Para o planeta de onde, por milhares de anos, os Lazax governaram e, para onde, segundo boatos, seus descendentes se dirigem: Mecatol Rex.

Em Twilight Imperium (TI) cada jogador lidera as frotas de uma das 17 grandes raças da galáxia.

Um clássico épico que existe há mais de 20 anos, TI acaba de ganhar sua mais bonita, luxuosa e elegante versão.

Finalmente, também, chega ao Brasil trazida pela Galápagos Jogos, totalmente traduzido para português.

Essa versão traz mais de 400 cartas e quase a mesma quantidade de naves em modelos detalhados em plástico de alta qualidade.

Traz também tiles hexagonais que formam uma galáxia que sempre muda de jogo pra jogo e 17 facções totalmente diferentes.

Diversos casos específicos e exceções à regra foram resolvidos, diminuindo e enxugando as extensas e complicadas regras da terceira edição.

O sistema de tecnologia que antes era ao mesmo tempo o pavor e o que mais seduzia jogadores de TI, foi simplificado e se tornou simples e intuitivo.

As estratégias e unidades rebalanceadas. É difícil achar um defeito neste jogo.

Uma partida leva entre 5 e 8 horas. Não é um jogo a ser colocado na mesa casualmente ou para qualquer público.

É um jogo-evento, de regras densas e jogabilidade intensa.

Essas horas passarão sem que veja por estar tão envolvido em tudo que acontece.

É aquele jogo que se lembra da partida de 8 meses atrás e do qual se conta histórias para os amigos.

Durante uma partida tratados serão feitos, negociações arriscadas e lucrativas ocorrerão, decisões complicadas serão tomadas, leis serão discutidas e votadas, combates épicos serão travados e traições eventualmente serão o momento decisivo do jogo.

Os objetivos mudam a cada jogo e são revelados gradualmente.

Para realizar estes objetivos os jogadores serão obrigados a interagir e lutar, mas a guerra é cara e pode enfraquecer ambas as raças.

Essa foi a lição que a guerra do crepúsculo deixou, então frequentemente é a diplomacia que prevalece, mesmo que seja a diplomacia feita a bordo de um “sol bélico”.

Recomendadíssimo para governantes a partir dos 14 anos que estejam prontos para um jogo longo, intenso e pesado, Twilight Imperium não desapontará quem busca a experiência mais épica que um boardgame pode oferecer.

Não é recomendado para iniciantes no Hobby ou para quem prefere jogos sem dependência de sorte (os combates são rolagens de dados).

Twilight Imperium 4th e muitos outros jogos você encontra na loja e na ludoteca do ClubeNerd.

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PorThe Sage

Controle poderosos heróis devotos a deuses com tecnologia avançada numa agressiva disputa por dominação da grécia antiga.

O Império Micênico caiu e Hellas afundou em caos. Confusão e morte se espalham pela terra e seis heróis foram escolhidos para reestabelecer a ordem. No entanto, corrompidos pela ganância, decidiram guerrear pelo domínio do império.

Atraídos pela carnificina, seres com tecnologia avançada chegam a este mundo, oferecendo auxílio e fomentando a guerra entre os heróis.

Lord of Hellas sugere que os deuses seriam alienigenas com conhecimentos além da imaginação do povo grego, invadindo, lutando por território, sacrifícios, caçando e influenciando a vida de todos.

Até 6 heróis disputarão templos, construirão monumentos e controlarão territórios e caçarão bestas míticas (as 4 condições de vitória do jogo) em nome desses deuses.

Cada jogador começa com atributos e poderes diferentes e isso se acentua durante o jogo a depender de sua estratégia e seleção de cartas de bençãos.

A produção do jogo é um espetáculo à parte, com algumas das mais impressionantes esculturas do mercado e arte muito bem feita, ele chama a atenção de qualquer um que o veja na mesa.

Sutileza não está no manual desse tabuleiro. O combate está sempre presente, a interação é direta e os jogadores se influenciam o tempo todo, o que não permite, muitas vezes, que se optimize os movimentos e ações e sim, que se valorize tática e pese o resultado de cada conflito à medida em que acontecem.

Com diversos caminhos para a vitória, o jogo incentiva que se alcance algum desses objetivos rapidamente, o que faz tudo ser ainda mais rápido e intenso em Lord of Hellas. Se ninguém impedir, em apenas 4 turnos alguém pode desencadear o fim de jogo se quiser, e, embora isso não seja vantagem, a possibilidade está sempre presente. Apesar do tamanho, raramente passa-se mais que uma hora e meia por partida.

As regras de Lord of Hellas, analisadas separadamente, são simples, mas a quantidade de detalhes e possibilidades o tornam recomendável para jogadores mais experientes que apreciem conflito direto.

Frequentemente comparado com “Rising Sun” (jogo financiado em período próximo e também localizado pela Galápagos jogos), Lord of Hellas oferece uma experiência mais aberta, com mais possibilidades de manipulação pelos jogadores, mais rápida, direta e mais intensa, enquanto Rising sun é mais longo com conflito indireto, táticas mais sutis e traição sempre presente, sendo indicado que se experimente ambos para sentir qual é mais seu estilo.

Ao contrário de seu concorrente direto, Hellas oferece ainda um modo campanha para se jogar solo.

Lord of Hellas, Rising Sun e muitos outros jogos você encontra na loja e ludoteca do ClubeNerd.

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Vivencie a felicidade!

PorThe Sage

Venha para o lado negro da força ou atrase e frustre os planos de dominação do império em Rebellion.

Atual 6º melhor jogo do mundo segundo o rank do boardgamegeek, Rebellion finalmente chega ao Brasil em uma edição impecável pela Galápagos Jogos.

Considerado por muitos o jogo definitivo de star wars, abrange a história da trilogia original (episodios 4 a 6) e usa os acontecimentos como missões, cartas de ação e os personagens como líderes.

É um duelo longo e complexo entre 2 a 4 jogadores em que o jogador do império tenta descobrir e aniquilar a base rebelde, enquanto o jogador rebelde se esconde e usa de subterfúgio para sobreviver e espalhar seu ideal pela galáxia.

Os jogadores alocam seus líderes em missões que tentarão cumprir durante o turno, os usam para ativar sistemas para onde movimentarão suas frotas (compostas de uma enorme quantidade de naves extremamente detalhadas para os poucos milímetros que tem cada miniatura, incluindo duas estrelas da morte) e os líderes restantes para tentar impedir as missões de seu oponente.

Os objetivos das missões são os mais variados, podem sabotar um sistema, raptar um líder, destruir determinadas unidades, representar missões diplomáticas, resgates e muito mais. Tudo muito temático e bem construído do ponto de vista mecânico. O jogo praticamente não tem falhas no que se propõe fazer.

A sensação de se jogar com o Império é extremamente diferente da de se jogar com a Rebelião. O império começa com uma frota enorme, dominando uma porção significativa da galáxia. Já a Rebelião começa com meia duzia de tropas, escondida num canto qualquer da galáxia… Durante o jogo a superioridade do Império jamais é superada. A Rebelião não tem chance real em combate aberto e joga se mantendo nas sombras, com gloriosos ataques surpresa, planos bem elaborados e gastando tempo. É tudo o que os rebeldes precisam: tempo para que a própria galáxia simpatize com o movimento e reaja contra o domínio eminente.

O lado negro, que começa oprimindo com toda sua força bruta, rapidamente percebe que não é tão simples encontrar a base e que o tempo está correndo, espalhando sua enorme frota, baixando suas defesas e aumentando seu padrão de procura. Consequentemente, pouco a pouco, batalhas épicas começam a acontecer e se tornam uma constante.

Durante as quatro horas de jogo de Rebellion essa será a sensação. É um tempo que você não sentirá passar, concentrado nas fortes emoções proporcionadas por essa obra prima.

Recomendado para dois aficcionados pelo universo de “Star Wars”, Rebellion não é um jogo para iniciantes. Jogadores de nível intermediário podem ter dificuldades iniciais mas se encontrarão depois de algumas confusões. Quem abomina dados deve manter uma distância saudável, já que os conflitos e as missões são resolvidas com rolamentos destes sem muita chance de mitigar a sorte.

A produção não perde em nada para a internacional e é primorosa, tendo como único defeito o espaço que ocupa na mesa, que é enorme (uma mesa de 1,80 fica confortável).

Rebellion é uma experiência em boardgames que merece ser vivida. Não se intimide com as quatro horas de jogo, as aproveite.

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Vivencie a felicidade!

PorThe Sage

Seja parte do último esforço da humanidade para sobreviver em “Attack on Titan”.

Num futuro distante, tudo o que resta da humanidade está dentro de uma enorme cidade murada. Essa muralha, composta de anéis de cerca de 50 metros de altura que divide a cidade em círculos. Isto é a única coisa separando os humanos indefesos de seus algozes, os titãs.

Variando de 4 a dezenas de metros de altura, esses seres surgiram e dizimaram a humanidade. Ninguém se lembra quando ou como. Nem quem construiu a muralha. Entretanto, todos se lembram quando a primeira muralha caiu e parte da cidade foi perdida. Todos sabem que os recursos da cidade não a suportarão por muito.

Você faz parte de uma equipe de elite, treinada para enfrentar titãs e sair do perímetro da cidade em busca de alimento e outros recursos: a tropa de exploração. Mas um titã está atacando, devorando cidadãos inocentes e você deve pará-lo a todo custo. Este é o mundo pós apocalíptico de “attack on titan”.

Jogando

Neste boardgame trazido pela Galápagos, alguns jogadores estarão nos papéis de personagens do mangá/anime em que o jogo é baseado e um jogador controlará um titã.

Os jogadores da tropa de exploração rolarão dados, escalando o titã, atacando, atirando com canhões. Farão isso usando resultados para escolher e executar cartas de tática. Poderão re-rolar livremente os dados, mas se sair a face do Titã, esse dado é travado e entregue ao jogador que controla o titã. Ele o usará pra destruir os canhões, tentar matar um personagem ou devorar os cidadãos, as 3 condições de vitória do titã.

A jogabilidade é rápida e intensa. Até o titã mais fraco exigirá muita estratégia e a escolha cuidadosa de que personagens os jogadores controlarão e que táticas empregar para eliminar a ameaça, única condição de vitória da tropa.

Recomendado para jogadores com qualquer nível de experiência, este título trazido pela Galápagos Jogos comporta de 2 a 5 jogadores que gostem de rolagem de dados, forçar a sorte, jogos cooperativos bem difíceis (para 4 desses jogadores, pelo menos) e regras simples. Não é recomendado para crianças e jogadores que prefiram jogos mais estratégicos e menos dependentes da sorte.

Este jogo e muitos outros se encontram disponíveis na loja e na ludoteca do ClubeNerd.

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Vivencie a felicidade!

PorThe Sage

Embarque numa emocionante aventura para salvar sua criança.

Em Stuffed Fables cada jogador atuará como uma valente pelúcia e partirá numa aventura para proteger sua amada dona. Lutará bravamente, fará coisas que nenhuma pelúcia sonhou em fazer pra consegui-lo.

O jogo em si tem regras simples e pode e deve ser jogado com crianças. Totalmente cooperativo, ele incentiva a criação de estratégias. Além disso, permite aos adultos auxiliarem com as regras e incentiva todos a se ajudarem em níveis que poucos jogos permitem. Por exemplo, é possível compartilhar ações, recursos e até mesmo seu precioso enchimento em momentos críticos.

O primeiro jogo de uma série de aventuras em livros, Stuffed Fables tem sua história contada nas mesmas páginas que servem de tabuleiro para as miniaturas extremamente fofas e contém as regras pra cada cenário. A história é interessante e muito bem escrita. Existe uma preocupação em criar pontos interessantes para que os pais conversem e ensinem seus filhos diversos valores e, de repente, aprendam uma coisa ou duas com as crianças.

Como jogar

Durante o jogo dados coloridos serão retirados de um saquinho. Cada cor permite aos personagens executar diferentes ações, podendo ser utilizados para: ações em conjunto, guardados para turnos posteriores ou compartilhados com seus amigos. Dados pretos também serão retirados. No entanto, estes vão se acumulando. Quando uma certa quantidade deles aparece, os vilões atacam e a bolsa de dados volta ao estado inicial.

Os cenários são maravilhosamente bem ilustrados e a exploração dos ambientes, simples e interessante. Os personagens não jogadores e acontecimentos aleatórios são variados e bem construídos, contribuindo para um jogo sem burocracia, leve e envolvente para sua família.

Em suma, o jogo é muito recomendado para pais que queiram uma atividade em família. É recomendado para crianças que já sejam capazes de ler e compreender regras relativamente complexas (6 ou 7 anos acompanhados, a partir de 8 sem adultos).

Para somente adultos pode ser um jogo muito simples e fácil (um jogo de exploração de calabouços mais complexo pode ser mais recomendado). No entanto, o autor tem trabalhado para balancear a experiência para adultos reestruturando a oferta de dados (retirar um ou dois dados de cura) e manter dados pretos não utilizados já tornam o jogo desafiador.

Stuffed Fables e muitos outros jogos você encontra na ludoteca e na loja do ClubeNerd.

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Vivencie a felicidade!

PorThe Sage

O outro lado da guerra.

Em uma guerra não temos apenas soldados, armas e máquinas. Ali, sitiados, estão civis, inocentes, e a eles, tudo que importa é sobreviver e isso é uma guerra por si só.

É essa guerra que “This war of mine” propõe que vivenciemos.

Baseado em um videogame bastante premiado e chegando ao Brasil distribuído pela Galápagos Jogos, “This war of mine” traz uma densa experiência, a ser vivida por 1 a 6 civis.

A proposta é que tentem arduamente sobreviver ao período de guerra. Para isso, terão que conseguir comida, remédios, resolver conflitos, dramas. Além de tomar decisões difíceis, e por muitas vezes, quase impossíveis.

Desse modo o clima de imersão é real e a tensão palpável quando tudo depende sim de suas decisões, mas também se está nas mãos da sorte.

Não é necessário ler o manual com antecedência, levando em consideração que o jogo, em si, é totalmente cooperativo.  Isso porque ele já foi criado para se aprender jogando, trazendo mecânicas simples junto a uma história densa.

Um pouco das mecânicas 

Há movimentação em tabuleiro, forçar sua sorte em explorações, rolagem de dados (em um sistema de combate, embora isso não seja o foco e, se está combatendo, está em maus lençóis), simulação e um sistema de resoluções da história que amarra o drama daquele grupo e mantém os jogadores imersos.

Componentes do jogo This War of Mine

O jogo é impiedoso. Por muitas vezes, chocante. Uma experiência única e tocante que pode ser até excessiva para os mais sensíveis. Uma questão importante neste jogo é a duração de uma campanha. Pode ser um jogo bem longo, e vem com um sistema para salvar seu progresso atual.

Jogo recomendadíssimo para quem quer um cooperativo longo, desafiador e brutalmente realista, por exemplo. Quem gosta de imersão, jogos de guerra e histórias bem construídas, vai encontrar tudo isso em quantidade e qualidade extremas.

Para uma experiência ainda melhor, sugiro jogar com uma boa trilha sonora e com pessoas dispostas a mergulhar na campanha proposta pela obra de arte que é esta produção.

Em suma, é um jogo para crianças, pessoas mais sensíveis e, definitivamente não é um jogo para eurogamers (jogadores que gostam de jogos estratégicos), pois depende bastante da sorte e de como o grupo reage às adversidades que se acumulam.

No entanto, nem tudo é pesado. Cada conquista, por menor que seja, é comemorada. O clima pode ficar nebuloso, mas se alguém traz uma esperança, rapidamente ela acende a todos e estão de volta ao jogo, lutando.

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