Arquivo de categoria BoardGames

PorThe Sage

Muita loucura e muitas risadas com as crianças são garantidos em Dancing eggs.

Composto de uma caixinha com 9 ovos de borracha ,um ovo de madeira polido e dois dados de madeira, a mais recente adição aos jogos infantis no Brasil, Dancing eggs, é um jogo de festas rápido e hilário onde os jogadores em sua vez rolam o dado vermelho e todos tentam fazer o que o dado manda mais rapidamente que os amigos.

Ele pode instruir a cacarejar um alto COCOROCÓ, ou ficar em silêncio, um baixo cocorocó se botar um ovo, pegar um dos ovos de borracha e deixar quicar (e quem pegar primeiro fica com ele), dar a volta na mesa e sentar em sua cadeira ou mesmo correr pra pegar o dado e roubar um ovo do cesto.

Quem conseguir primeiro, rola o dado branco, que mostra lugares do corpo e segue a instrução, pega um ovo do cesto e segura-o firmemente onde o dado instruiu. Se tirar um lugar onde já tenha um ovo, escolhe entre colocar um segundo ovo ali ou escolher outra face do dado..

Mas cuidado! Se deixar os dados caírem vai ter que ir buscar… E boa sorte se estiver segurando um ovo entre seus joelhos, um no queixo e um na axila.

O jogo segue até um jogador derrubar um ovo. Se todos dez ovos acabarem, quem ganhar um ovo aponta qual ovo, de qualquer dono, quer… E ele deve entregar sem reclamar.

Quando o jogo acaba cada jogador marca um ponto por ovo que possui.. e dois se estiver com o ovo de madeira. Quem tiver mais, ganhou e todos partem para a próxima partida.

Recomendado para crianças a partir dos 5 anos, Dancing eggs consegue juntar uma família ao redor de uma mesa de jeito fácil e engraçado ou ser jogado pelos pequenos sem muita supervisão.

Dancing eggs e muitos outros jogos você encontra na loja e na ludoteca do ClubeNerd.

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PorThe Sage

Blefe, manipule e leve para sua tribo os tesouros piratas nas ilhas em Costa Ruana.

Os jogadores tomam o papel de líderes tribais e xamãs tentando enxergar a tática dos outros para superá-los num rápido, simples e colorido jogo com muita interação, blefe e programação de ações, além de controle de área.

Em seu turno cada jogador coloca uma carta com a face pra cima, a sua frente ou de outro jogador. Essas cartas tem uma de quatro cores e podem alocar nativos, desalocar nativos, mover uma unidade (sua ou dos oponentes) ou mover um tesouro. Depois, cada jogador coloca uma segunda carta com a face voltada para baixo.

Então, cada jogador escolhe uma carta para duplicar, a sua frente ou de outro jogador, com a face pra cima ou pra baixo, e coloca um meeple para indicar.

A pegadinha está no fato que apenas duas das 4 cores se ativarão por turno, e essa decisão está nas mãos do Shaman da rodada. Isso pode causar uma mudança tremenda de paradigma e destruir o planejamento de um jogador.

Depois deste passo se resolvem as cartas que se ativaram e que foram copiadas. Quem tiver mais nativos em cada ilha rouba um tesouro e recupera um de seus aldeões. Em caso de empate, ninguém rouba. Se dois empatarem e houver um terceiro jogador com aldeões na ilha, ele rouba o tesouro e foge.

Quem pegou menos tesouros é o proximo xamã e os tesouros são ocultos em uma simpática tenda de papel, permanecendo escondidos até o fim da partida.

Simples porém esses pequenos detalhes tornam Costa Ruana um jogo muito difícil de prever, dividindo opiniões entre os jogadores. Quem gosta do que ele oferece gosta demais do jogo e quem desgosta, o odeia.

A edição brasileira da Mandala Jogos ficou muito mais bonita que a edição americana, muito mais colorida e melhor ilustrada, com uma arte minimalista que traz muito dessa vibe tribal. Único detalhe foi a perda da pecinha de madeira do shaman para uma de papel.

Recomendadíssimo para quem gosta de controle de área e quer algo rápido, leve e diferente, com blefe e sorte, atende jogadores a partir dos 8 anos de qualquer nível de experiência com jogos. Não recomendo o jogo para quem curte jogos mais pesados e estratégicos ou sem grande influência de sorte.

Costa Ruana e muitos outros jogos você encontra na ludoteca e na loja do ClubeNerd.

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PorThe Sage

É a noite da caçada e estamos descendo os sombrios túneis da masmorra do cálice em busca de sangue de terríveis bestas.

No mundo gótico de Bloodborne (e dos outros títulos e spin offs de Dark Souls), caçadores são poderosos e ágeis guerreiros, armados com uma arma composta em sua mão direita e uma arma de fogo em sua mão esquerda, confiando em sua agilidade e reflexos como única defesa. Sua missão varia, mas uma coisa é constante, envolve eliminar as bestas e outros perigos desse distorcido mundo.

A cidade de Yharnan é antiqüíssima, construída perto da cidade antiga e dos túneis, que dizem terem sido escavados pelos próprios antigos e pelos Pthumerians, antigos adoradores dos antigos e seus cálices.

Na cidade de Yharnan sangue é extremamente valioso. A igreja o usa para curas milagrosas. Infusões do sangue podem fechar feridas mortais e curar doenças rapidamente. Sangue se tornou uma obsessão e num mundo tão sombrio como esse, os cidadãos já não confiam em quem vem de fora da cidade e são considerados insanos por quem não é um nativo.

Você e um grupo de caçadores forasteiros foram contratados para descer o labirinto na noite da caçada, você mesmo procurando uma cura milagrosa para sua condição.

Vocês descem a masmorra num estado entre o sonho e a realidade chamado o “sonho do caçador”, um ritual ancestral que permite que caçadores escapem para essa “dimensão” em casos de emergência e para se preparar, armar e, nesse caso, armazenar em segurança os ecos de sangue coletados.

O jogo usa mecânicas simples de construção de decks, onde os jogadores começam com armas básicas e a cada vez que vão ao sonho do caçador recuperam as cartas usadas e adquirem uma nova.

Em seu turno, escolhem uma carta simultaneamente, as revelam e as resolvem na ordem de jogo. Depois o monstro que estão enfrentando ataca a todos. Quem sobreviveu, então ataca usando a carta q selecionou. Cada ponto de dano rende um eco de sangue.

Se você causou dano no round que um monstro morreu, ganha um troféu.

Os monstros são semialeatórios. Você prepara um deck de monstros com 3 chefes, 7 monstros comuns e um chefão. O objetivo é matar o chefão, que, geralmente possui regras ativas durante todo o jogo,fazendo cada partida uma experiência única.

O jogo é uma experiência de blefe, arriscar a sorte, construção de deck e manejamento de riscos e recursos, num ótimo jogo em alguns momentos cooperativo, mas com apenas um vencedor.

Produzido pela Cmon e trazido para o Brasil pela Galapagos Jogos, Bloodborne é uma belíssima produção, com marcadores lindos e eficientes, insert funcional e arte tirada dos jogos de videogame da franquia (é uma adaptação do jogo de mesmo nome, mas não tenta copiar as mecânicas, apenas a ambientação).

Rápido e sombrio, recomendo o jogo para adultos, fãs da franquia de videogames, jogadores de todos niveis de experiência. Não é recomendado para pessoas impressionáveis com sua arte e história sombrios, para jogadores que odeiem sorte em jogos (batalhas resolvidas por dados) e para crianças pelo teor da história e ilustrações.

Bloodborne e outros ótimos jogos você encontra na loja do ClubeNerd.

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PorThe Sage

Parta em uma expedição para lugares exóticos em busca dos escaravelhos de ouro de Scarabya.

Scarabya é a mais nova adição aos jogos de colocação de peças. Em seu modo básico os jogadores receberão um tabuleiro modular, montado de forma igual mas com temas e visual bem diferentes.

Nele, montanhas tridimensionais indicam espaços que não podem ser cobertos e uma grande quantidade de escaravelhos está visível.

Uma carta de peça é sacada e todos jogadores a posicionam simultâneamente. O objetivo é delimitar uma área de busca de 4 espaços ou menos e pontuar pelos escaravelhos nela.

Neste modo, é um jogo sem qualquer interação, em cada jogador resolve seu próprio quebra cabeça, ganhando quem conseguir mais escaravelhos.

Além desse estão disponíveis dois outros modos de jogo.

Em um deles dois jogadores partilham o mesmo tabuleiro e peças e
Se revezam puxando cartas, colocando peças e pontuando. Este modo transforma o jogo num ótimo jogo interativo e numa competição acirrada.

O outro modo é um desafiador modo solo, em que o jogador saca cartas normalmente, mas tem que cobrir todos os escaravelhos do tabuleiro com as peças.

Com regras simples, rápido e uma boa rejogabilidade em todos seus modos de jogo, Scarabya pode facilmente ser apreciado por crianças e adultos com qualquer nível de experiência em jogos de tabuleiro.

Recomendo para quem gosta de jogos de colocação de peças, pentaminos, quebra cabeças e queira um jogo leve, muito bonito e divertido.

Scarabya e muitos outros jogos você encontra na ludoteca e na loja do ClubeNerd.

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PorThe Sage

Bem vindo à grande feira de ciências! Onde as mentes mais brilhantes do mundo disputarão entre si com intrincadas invenções.

Em Gizmos você é um desses inventores selecionando e construindo projetos que, juntos, criarão um mecanismo cada vez maior, te garantindo novas possibilidades para continuar crescendo e pontuando cada vez mais.

Tudo começa bem simples. Em sua estação de trabalho estão disponíveis algumas ações básicas: arquivar (reservar um projeto), coletar energia (pegar uma bolinha do dispenser), construir (gastar energia pra construir um projeto na fila ou arquivado) ou pesquisar (comprar projetos, escolher um e executar arquivar ou construir se desejar).

Escolha uma, a execute e passe a vez. À medida que constrói novos projetos, suas ações passam a desencadear outras, te permitindo coletar mais energia, realizar múltiplas ações num único turno, arquivar e pesquisar mais eficientemente. A quantidade de combinações é quase infindável.

Para construir você depende de uma combinação de energia (representada por bolinhas de gude coloridas num dispenser muito bem elaborado) que você coleta de uma fileira de poucas disponíveis ou aleatoriamente de dentro do mecanismo.

A estratégia está em se programar de acordo com a oferta de projetos e energia, arquivar projetos e coletar a energia antes de seus oponentes pra impedir que construam o que deseja, no entanto é um jogo mais tático, exigindo que você reinvente a sua estratégia durante o jogo diversas vezes.

Com uma jogabilidade rápida, iconografia muito eficiente e programação visual clara, Gizmos é um ótimo jogo para servir de ponte entre jogadores com diferentes níveis de experiência que apreciem uma quantidade equilibrada de sorte, tática e estratégia, criando mecanismos novos a cada partida, podendo seduzir de jogadores que estejam começando no hobbie e já tenham experimentado dois ou três jogos de entrada (jogos que preparem um novo jogador para a variedade dos jogos modernos) até jogadores experientes que prefiram jogos mais complexos.

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PorThe Sage

“Civilization, um novo amanhecer”, te convida a desenvolver sua civilização de uma forma diferente de outros jogos de seu gênero.

Baseado no popular videogame “Sid Meyer’s civilization” e substituindo o antigo “Civilization II”, com diversas mudanças visando simplificar a experiência, esta é uma produção bem pensada, com ilustração e programação visual claras e a localização da Galápagos jogos faz jus à versão internacional.

Neste novo jogo cada civilização começa com uma fila de cartas de ação, que são as mesmas para todos, mudando apenas a ordem. Durante o jogo, você escolhe a ação que deseja executar e a efetividade dela depende da posição em que estava. Então a move para o fim da fila e empurra todas outras ações para ocupar o espaço vazio, efetivamente tornando as demais cartas mais poderosas.

Esse mecanismo simples e elegante é o coração do design deste jogo, o que já o diferencia bastante de seus antecessores, que tendem a ter pilhas de regras complexas, tornando-o amigável a jogadores menos experientes.

Algumas outras decisões buscando simplificar a experiência dividem opiniões. A primeira foi abstrair o combate, sendo a parte militar desse civilization praticamente inexistente. Outra foi manter o combate (raro) solucionado com o rolamento de dois dados. Ambas desagradaram os fãs deste aspecto desses jogos, mas garantiram um tempo de jogo de menos de duas horas e a possibilidade de focar em todos outros aspectos, como comércio, sistema de governo e pesquisa de tecnologias (tão simples quanto trocar a carta de ação que deseja substituir pela que pesquisou).

Recomendado para governantes que já conheçam alguns jogos mais básicos, “Civilization, um novo amanhecer” reinventa o gênero, saindo do tradicional jogo lento e intrincado de conquista, desenvolvimento e exploração para um jogo rápido e dinâmico de desenvolvimento e expansão. E não é recomendado para quem queira a experiência militar demorada dos seus predecessores.

“Civilization um novo amanhecer” e muitos outros jogos você encontra na ludoteca e na loja do ClubeNerd.

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Vivencie a felicidade!

PorThe Sage

Encarne um investigador no ano de 1899 tentando solucionar um crime antes de seus parceiros.

Na virada do século XIX uma onda de crimes tomou Londres. Cada jogador é um detetive ajudando a Scotland yard a solucionar um crime diferente.

Em 13 clues a idéia clássica de descobrir o criminoso, local do crime e a arma utilizada é trazida de volta com um novo método investigativo, mais complexo, interativo e interessante, ao mesmo tempo em que mantém uma certa simplicidade.

Cada jogador receberá 5 cartas, 3 delas serão a solução do investigador ao seu lado e ficarão expostas na parte externa de um pequeno biombo para todos jogadores, exceto para ele. Além dessas, 2 ficarão expostas apenas para você, dentro de seu biombo pessoal. As 5 são inocentes para você. As que você vê de seus oponentes, também.

As cartas tem cores e categorias (gênero do culpado, local aberto ou fechado, arma de curto ou longo alcance) e, através de perguntas sobre quantas cartas de uma dessas categorias determinado jogador está vendo (ele está vendo 5 cartas que você não está, as suas 3 e as 2 de dentro do biombo dele) e algumas outras formas de questionamento, você deve deduzir a solução do crime que está investigando.

Prestar atenção na resposta às perguntas de outros investigadores pode ser a chave de seu sucesso, já que quanto maior quantidade de informações que puder juntar, melhor sua chance de desvendar o crime.

13 clues é ilustrado de forma leve e a edição que chegou ao Brasil pela Galapagos jogos corrige diversos problemas da edição original. Apesar do tema, o visual ajuda a ser um bom jogo para crianças a partir dos 8 anos e é recomendado como um jogo mais leve para um grupo de adultos.

13 Clues e muitos outros jogos você encontra na ludoteca e na loja do ClubeNerd.

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Vivencie a felicidade!

PorThe Sage

Controle poderosos heróis devotos a deuses com tecnologia avançada numa agressiva disputa por dominação da grécia antiga.

O Império Micênico caiu e Hellas afundou em caos. Confusão e morte se espalham pela terra e seis heróis foram escolhidos para reestabelecer a ordem. No entanto, corrompidos pela ganância, decidiram guerrear pelo domínio do império.

Atraídos pela carnificina, seres com tecnologia avançada chegam a este mundo, oferecendo auxílio e fomentando a guerra entre os heróis.

Lord of Hellas sugere que os deuses seriam alienigenas com conhecimentos além da imaginação do povo grego, invadindo, lutando por território, sacrifícios, caçando e influenciando a vida de todos.

Até 6 heróis disputarão templos, construirão monumentos e controlarão territórios e caçarão bestas míticas (as 4 condições de vitória do jogo) em nome desses deuses.

Cada jogador começa com atributos e poderes diferentes e isso se acentua durante o jogo a depender de sua estratégia e seleção de cartas de bençãos.

A produção do jogo é um espetáculo à parte, com algumas das mais impressionantes esculturas do mercado e arte muito bem feita, ele chama a atenção de qualquer um que o veja na mesa.

Sutileza não está no manual desse tabuleiro. O combate está sempre presente, a interação é direta e os jogadores se influenciam o tempo todo, o que não permite, muitas vezes, que se optimize os movimentos e ações e sim, que se valorize tática e pese o resultado de cada conflito à medida em que acontecem.

Com diversos caminhos para a vitória, o jogo incentiva que se alcance algum desses objetivos rapidamente, o que faz tudo ser ainda mais rápido e intenso em Lord of Hellas. Se ninguém impedir, em apenas 4 turnos alguém pode desencadear o fim de jogo se quiser, e, embora isso não seja vantagem, a possibilidade está sempre presente. Apesar do tamanho, raramente passa-se mais que uma hora e meia por partida.

As regras de Lord of Hellas, analisadas separadamente, são simples, mas a quantidade de detalhes e possibilidades o tornam recomendável para jogadores mais experientes que apreciem conflito direto.

Frequentemente comparado com “Rising Sun” (jogo financiado em período próximo e também localizado pela Galápagos jogos), Lord of Hellas oferece uma experiência mais aberta, com mais possibilidades de manipulação pelos jogadores, mais rápida, direta e mais intensa, enquanto Rising sun é mais longo com conflito indireto, táticas mais sutis e traição sempre presente, sendo indicado que se experimente ambos para sentir qual é mais seu estilo.

Ao contrário de seu concorrente direto, Hellas oferece ainda um modo campanha para se jogar solo.

Lord of Hellas, Rising Sun e muitos outros jogos você encontra na loja e ludoteca do ClubeNerd.

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Vivencie a felicidade!

PorThe Sage

Venha para o lado negro da força ou atrase e frustre os planos de dominação do império em Rebellion.

Atual 6º melhor jogo do mundo segundo o rank do boardgamegeek, Rebellion finalmente chega ao Brasil em uma edição impecável pela Galápagos Jogos.

Considerado por muitos o jogo definitivo de star wars, abrange a história da trilogia original (episodios 4 a 6) e usa os acontecimentos como missões, cartas de ação e os personagens como líderes.

É um duelo longo e complexo entre 2 a 4 jogadores em que o jogador do império tenta descobrir e aniquilar a base rebelde, enquanto o jogador rebelde se esconde e usa de subterfúgio para sobreviver e espalhar seu ideal pela galáxia.

Os jogadores alocam seus líderes em missões que tentarão cumprir durante o turno, os usam para ativar sistemas para onde movimentarão suas frotas (compostas de uma enorme quantidade de naves extremamente detalhadas para os poucos milímetros que tem cada miniatura, incluindo duas estrelas da morte) e os líderes restantes para tentar impedir as missões de seu oponente.

Os objetivos das missões são os mais variados, podem sabotar um sistema, raptar um líder, destruir determinadas unidades, representar missões diplomáticas, resgates e muito mais. Tudo muito temático e bem construído do ponto de vista mecânico. O jogo praticamente não tem falhas no que se propõe fazer.

A sensação de se jogar com o Império é extremamente diferente da de se jogar com a Rebelião. O império começa com uma frota enorme, dominando uma porção significativa da galáxia. Já a Rebelião começa com meia duzia de tropas, escondida num canto qualquer da galáxia… Durante o jogo a superioridade do Império jamais é superada. A Rebelião não tem chance real em combate aberto e joga se mantendo nas sombras, com gloriosos ataques surpresa, planos bem elaborados e gastando tempo. É tudo o que os rebeldes precisam: tempo para que a própria galáxia simpatize com o movimento e reaja contra o domínio eminente.

O lado negro, que começa oprimindo com toda sua força bruta, rapidamente percebe que não é tão simples encontrar a base e que o tempo está correndo, espalhando sua enorme frota, baixando suas defesas e aumentando seu padrão de procura. Consequentemente, pouco a pouco, batalhas épicas começam a acontecer e se tornam uma constante.

Durante as quatro horas de jogo de Rebellion essa será a sensação. É um tempo que você não sentirá passar, concentrado nas fortes emoções proporcionadas por essa obra prima.

Recomendado para dois aficcionados pelo universo de “Star Wars”, Rebellion não é um jogo para iniciantes. Jogadores de nível intermediário podem ter dificuldades iniciais mas se encontrarão depois de algumas confusões. Quem abomina dados deve manter uma distância saudável, já que os conflitos e as missões são resolvidas com rolamentos destes sem muita chance de mitigar a sorte.

A produção não perde em nada para a internacional e é primorosa, tendo como único defeito o espaço que ocupa na mesa, que é enorme (uma mesa de 1,80 fica confortável).

Rebellion é uma experiência em boardgames que merece ser vivida. Não se intimide com as quatro horas de jogo, as aproveite.

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PorThe Sage

Seja parte do último esforço da humanidade para sobreviver em “Attack on Titan”.

Num futuro distante, tudo o que resta da humanidade está dentro de uma enorme cidade murada. Essa muralha, composta de anéis de cerca de 50 metros de altura que divide a cidade em círculos, é a única coisa separando os humanos indefesos de seus algozes, os titãs.

Variando de 4 a dezenas de metros de altura, esses seres surgiram e dizimaram a humanidade. Ninguém se lembra quando ou como. Nem quem construiu a muralha, mas todos se lembram quando a primeira muralha caiu e parte da cidade foi perdida. todos sabem que os recursos da cidade não a suportarão por muito.

Você faz parte de uma equipe de elite, treinada para enfrentar titãs e sair do perímetro da cidade em busca de alimento e outros recursos: a tropa de exploração. Mas um titã está atacando, devorando cidadãos inocentes e você deve pará-lo a todo custo.

Este é o mundo pós apocalíptico de “attack on titan” e, neste boardgame trazido pela Galápagos, alguns jogadores estarão nos papéis de personagens do mangá/anime em que o jogo é baseado e um jogador controlará um titã.

Os jogadores da tropa de exploração rolarão dados, escalando o titã, atacando, atirando com canhões e usando resultados para escolher e executar cartas de tática. Poderão re-rolar livremente os dados, mas se sair a face do Titã, esse dado é travado e entregue ao jogador que controla o titã. Ele o usará pra destruir os canhões, tentar matar um personagem ou devorar os cidadãos, as 3 condições de vitória do titã.

A jogabilidade é rápida e intensa. Até o titã mais fraco exigirá muita estratégia e a escolha cuidadosa de que personagens os jogadores controlarão e que táticas empregar para eliminar a ameaça, única condição de vitória da tropa.

Recomendado para jogadores com qualquer nível de experiência, este título trazido pela Galápagos Jogos comporta de 2 a 5 jogadores que gostem de rolagem de dados, forçar a sorte, jogos cooperativos bem difíceis (para 4 desses jogadores, pelo menos) e regras simples. Não é recomendado para crianças e jogadores que prefiram jogos mais estratégicos e menos dependentes da sorte.

Este jogo e muitos outros se encontram disponíveis na loja e na ludoteca do ClubeNerd.

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